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ATERRO SANITÁRIO
15 de March de 2017
11:26
1 minuto de leitura

Parceria vai resolver problema do aterro em Vila Nova Mutum

Grupo de trabalho é criado para levantar os problemas e apontar as ações necessárias.

Agência de Notícias

Prefeitura de Porto Velho

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Grupo de trabalho é criado para levantar os problemas e apontar as ações necessárias


 

A prefeitura de Porto Velho busca alternativas para resolver o problema do aterro sanitário construído pelo grupo responsável pela Hidrelétrica Jirau, no distrito de Nova Mutum, a 150 quilômetros da capital rondoniense, sentido Acre. Por causa da inércia da gestão municipal anterior, o local se transformou em um “lixão a céu aberto” e corre o risco de causar sérios danos ambientais.


 

Uma reunião para tratar do assunto foi realizada na tarde de terça-feira (14), na Procuradoria Geral do Município (PGM), entre técnicos da prefeitura e representantes do grupo Energia Sustentável do Brasil (ESBR). O prefeito dr Hildon Chaves fez questão de participar do encontro, ouviu explanações de ambas as partes, fez muitas perguntas e deixou clara a sua disposição para resolver o problema o quanto antes possível.


 

Hildon Chaves explicou que há um desentendimento relacionado a entrega ou não da operacionalização do aterro sanitário para o município. “A tensão é porque o aterro que deveria receber o lixo daquela localidade por 20 anos, hoje, está praticamente esgotado”, lamentou o prefeito. Além disso, não foi assinado o termo de recebimento por parte da prefeitura para assumir a gestão do local, apenas um ofício.


 

Como alternativa para começar a resolver o problema, uma equipe foi formada para fazer os levantamentos necessários e apontar a saída “A reunião foi produtiva. Nós criamos um grupo de trabalho bilateral (ESBR e Prefeitura) com técnicos da Sema e da Semusb para que seja apontado um plano de recuperação desse aterro, e que daqui pra frente possamos voltar a normalidade. Hoje, o que era um aterro virou um lixão, mas acredito que isso será revertido nos próximos dias”, declarou o prefeito.


 

O grupo inicia os levantamentos das necessidades do local já na próxima segunda-feira (20) e tem 60 dias de prazo para apresentar o resultado do trabalho e apontar as soluções. Em seguida, serão implementadas as medidas necessárias para que o lixão volte a ser aterro sanitário. Inicialmente foi indicada a necessidade de cavar novas “células” para armazenar o lixo, além de cerca de proteção e portão na entrada.


 

Ainda de acordo com o compromisso firmado entre o prefeito dr Hildon Chaves e o diretor administrativo do empreendimento, Júlio Freitas, todas as ações para que o local atenda as normas da legislação também serão feitas em conjunto.


 


 

Texto e fotos Comdecom

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