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PREJUÍZO
05 de April de 2017
16:20
1 minuto de leitura

Estado perde R$ 700 milhões e capital fica sem obras de esgoto e água tratada

Vigência do convênio expirou em 30 de dezembro de 2016 e não foi renovado pelo Ministério das Cidades.

Agência de Notícias

Prefeitura de Porto Velho

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Vigência do convênio expirou em 30 de dezembro de 2016 e não foi renovado pelo Ministério das Cidades

As vésperas de completar o simbólico cem dias de governo, o prefeito dr Hildon Chaves recebeu na terça-feira uma péssima notícia para os portovelhenses. O ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União, informou ao prefeito o cancelamento dos termos de compromissos pactuados entre o governo de Rondônia e o Ministério das Cidades para obras de esgotamento sanitário e ampliação do sistema de distribuição de água potável na capital.
 

Com isso, a Caixa Econômica Federal (CEF) devolveu aos cofres da União o valor de R$ 726.059.766,19. A execução estava sob responsabilidade da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (Caerd).
 

Durante a audiência no TCU, o ministro Bruno Dantas apresentou um documento datado de 6 de fevereiro de 2017, assinado pela diretora do Ministério das Cidades, Roberta Sampaio Soares, confirmando que a “vigência do convênio expirou no dia 30 de dezembro de 2016 e não foi renovado pelo Ministério das Cidades”.
 

Pela planilha dos investimentos, a Caerd deveria licitar mais de R$ 120 milhões para redes de distribuição de água em Porto Velho, Vista Alegre do Abunã e União Bandeirantes. O restante do recurso seria utilizado no saneamento básico com a construção de redes de coleta e piscinas de decantação nas zonas Norte e Sul da cidade.
 

Dr Hildon estava preocupado com os rumores da perda desses recursos e resolveu tirar a dúvida com o ministro Bruno Dantas, que, infelizmente, confirmou o fim dos acordos por ineficácia.


 

Texto Comdecom

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